Entre a cheia e o vazio – documentário sobre o Rio Madeira

Entre a cheia e o vazio: A cheia histórica do rio Madeira em 2014 e seus nexos com as UHEs Santo Antônio e Jirau Sinopse: O documentário é resultado de um esforço compartilhado de pesquisadores para colocar em questão os nexos entre a cheia do rio Madeira e os vazios relacionados à implementação e atividade das duas usinas hidrelétricas instaladas no mais caudaloso afluente do rio Amazonas. O ponto de partida do filme é a afirmação do diretor da UHE Jirau de que “acreditar na relação entre a cheia e as usinas seria crendice”. O empenho das usinas em ocultar as causas coadjuvantes dessa catástrofe expõe as populações que vivem no entorno dos megaprojetos hidrelétricos em Rondônia, Beni e Pando (Bolívia) a novos e ampliados danos sociais e ambientais, além de colocar em risco de isolamento a população do Acre, que tem sua única via de acesso por terra afetada pelo atual regime de operação dos reservatórios das usinas. O consenso propalado pelos empreendedores das obras de que “a cheia foi natural” é desvelado por pesquisadores independentes e comunidades ribeirinhas afetadas. Philip Fearnside, Edna Castro, Célio Bermann e Jorge Molina, especialistas reconhecidos nacional e internacionalmente, deram significativa contribuição nesta reconstrução de sentidos. Grande parte das filmagens foi realizada no interior das usinas, ouvindo seus representantes e decodificando seus números e discursos. Estas informações são apresentadas ao público como uma espécie de plataforma audiovisual para que se investigue o que significam de fato hidrelétricas “a fio d`água” e fontes de “energia limpa”, quem se beneficia da energia gerada e por que novos estudos de impacto são necessários.  Realização: Mapeamento Social...

Vídeo pedagógico mostra relação entre água e mineração

  Muito se fala sobre as serras de Minas Gerais serem riquíssimas em minério de ferro. Mas elas são mais ricas ainda em água, porque ela está na camada geológica onde se encontra o ferro. Por isso, a Serra do Gandarela, na região metropolitana de Belo Horizonte, é um aquífero muito importante para o abastecimento da região. É a última serra ainda intacta no chamado quadrilátero ferrífero, que conta com um movimento que luta há anos pela sua preservação. Por que, mesmo diante da grave crise hídrica – que já assola Congonhas e Conceição de Mato Dentro e ameaça Belo Horizonte, a mineração fez pressão para minerar a Serra do Gandarela e conseguiu que os governos alterassem os limites do Parque Nacional, pedido em 2009 pela sociedade e criado no dia 13/10/2014 sem a serra? Qual é a nossa escolha? Permitir a mineração ou garantir o abastecimento de água para o presente e futuro da terceira maior região metropolitana do Brasil? Produzido pelo Movimento pelas Serras e Águas de Minas (MovSAM), que integra o Movimento pela Preservação da Serra do Gandarela, com recursos do Fundo Socioambiental...

Campanha Energia para a Vida

Vídeo de lançamento da Campanha por uma Nova Política Energética para o Brasil – Energia para a Vida, no dia 08 de agosto de 2014, durante o Fórum Social Temático Energia, que aconteceu em Brasília de 07 a 10 de agosto.

Campanha Energia para a Vida

Vídeo de lançamento da Campanha por uma Nova Política Energética para o Brasil – Energia para a Vida, no dia 08 de agosto de 2014, durante o Fórum Social Temático Energia, que aconteceu em Brasília de 07 a 10 de agosto.

Damocracy

Realizado durante o ano de 2012, o filme Damocracy mostra a realidade e as lutas dos atingidos pelas hidrelétricas de Belo Monte, no Brasil, e de Ilisu, na Turquia, e desconstrói o mito de que a hidreletrecidade é uma energia limpa. Assim como Belo Monte, a história do barramento do rio Tigre na região de Ilisu data da década de 1980, quando o governo turco iniciou o projeto da hidrelétrica, com capacidade projetada de 1.200 megawatts. Desde então, da mesma forma que Belo Monte, a usina é foco de uma intensa batalha judicial em função dos seus enormes impactos, principalmente a inundação e destruição de um dos maiores tesouros arqueológicos do mundo: a vila de Hasankeyf. Dirigido pelo premiado documentarista canadense Todd Southgate, narrado em português pela atriz Letícia Sabatella e produzido pela organização turca Doga Denergi, com apoio das ONGs International Rivers e Amazon Watch e do Movimento Xingu Vivo para Sempre, o filme traça paralelos sobre os impactos dos dois projetos nas populações locais e o meio ambiente, colocando em cheque o discurso que aponta a hidreletrcidade como fonte de energia limpa....