Não queremos

NÃO PODEMOS CONTINUAR COM A ATUAL POLÍTICA ENERGÉTICA PORQUE…

– ela multiplica a construção de usinas atômicas. Desde a extração do urânio até a produção de energia, o ciclo do nuclear emite gás carbônico, é caro e ameaça todas as formas de vida

– insiste em multiplicar a construção de usinas termelétricas e promover meios de transporte que queimam carvão, petróleo e gás, emitindo cada vez mais CO2 para a atmosfera, o que aumenta o aquecimento global e agrava as mudanças climáticas

– insiste em aumentar o número de usinas hidrelétricas, especialmente na Amazônia, e pequenas e médias centrais hidrelétricas em todo o país, que são caras, produzem e emitem metano, carbono e provocam desastres sociais e ecológicos

– não exige repotenciação periódica das usinas, para aumentar a produção e evitar gastos com novas usinas

– não exige medidas eficazes de eficiência energética na produção, na distribuição e nas diferentes formas de consumo

– não democratiza a discussão nem as decisões sobre a política energética, de modo especial no Conselho Nacional de Política Energética