Disponibilizado para download o filme “Belo Monte: Depois da Inundação”

Comemorando o Dia Internacional de Luta contra Barragens, pelos Rios, pela Água e pela Vida, no último dia 14 de março, o novo documentário “Belo Monte: Depois da Inundação, dirigido pelo premiado cineasta Todd Southgate, foi disponibilizado para download gratuito, através do site do filme.

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Organizações assinam manifesto sobre cenário desafiador da Amazônia coberta por hidrelétricas

Um manifesto público foi assinado por mais de 40 organizações , redes e movimentos da sociedade civil nacionais e estrangeiras (Colômbia, Equador, Bolívia e Peru) resultante do debate realizado no Seminário Hidrelétricas na Amazônia: Conflitos Socioambientais e Caminhos Alternativos, realizado na Câmara dos Deputados, no dia 6 de dezembro.

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Farsa de Belo Monte desmontada em 1h

Foi lançado nesta semana em Brasília o documentário “Belo Monte: Depois da Inundação”, que apresenta a situação atual da cidade de Altamira após a construção da hidrelétrica no rio Xingu, com testemunhos de atingidos pelas falsas promessas do governo federal e empreiteiras.

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Carta aos/às candidatos das eleições municipais

A Frente por uma Nova Política Energética para o Brasil realizou na cidade de Brasília no última dia 1º de setembro um seminário nacional em que discutiu a necessidade de elaboração de programas e políticas municipais de incentivo à utilização das energias renováveis de forma distribuída. Ao final aprovou uma carta direcionada a todos/as os/as candidatos/as das eleições deste ano.

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Disponibilizado para download o filme “Belo Monte: Depois da Inundação”

Uma boa notícia!  Comemorando o Dia Internacional de Luta contra Barragens, pelos Rios, pela Água e pela Vida, no último dia 14 de março, o novo documentário “Belo Monte: Depois da Inundação, dirigido pelo premiado cineasta Todd Southgate, foi disponibilizado para download gratuito, através do site do filme: http://www.belomonteaftertheflood.com/index_port.html Narrado pelo ator Marcos Palmeira, o documentário conta a história e as consequências de uma das hidrelétricas mais polêmicas do mundo.  Através de entrevistas com líderes indígenas, ativistas e moradores locais, Belo Monte: Depois da Inundação demonstra como esse megaprojeto, que custou mais de R$30 bilhões – na sua maior parte, financiado com dinheiro público – deixou um legado de violações de direitos humanos e danos socioambientais que desestruturam meios de vida das comunidades locais do rio Xingu. Ao mesmo tempo, o filme conta a história de lutas dos povos indígenas, movimentos sociais e seus aliados para cobrar justiça e a responsabilização pelos crimes cometidos em Belo Monte, e para evitar a repetição dos mesmos erros na bacia do Tapajós, onde o povo Munduruku e comunidades ribeirinhas têm defendido seus territórios e direitos, resistindo a grandes projetos destrutivos como a UHE São Luiz do Tapajós. A divulgação ‘on-line’ do filme vem na sequência de uma série de eventos bem-sucedidos de lançamento no Brasil e no exterior desde o final de 2016, como no seminário “Hidrelétricas na Amazônia: Conflitos Socioambientais e Caminhos Alternativos”. O filme já está se relevando uma ferramenta muito interessante para a conscientização e a mobilização popular!  Em novembro passado, o filme foi premiado com o troféu de júri popular no Festival Cineamazônia realizado em Porto Velho (RO). Agradecemos o envio de notícias e fotos... Leia mais »

Organizações assinam manifesto sobre cenário desafiador da Amazônia coberta por hidrelétricas

Por: Sucena Shkrada Resk – 08/12/2016. Nas próximas décadas, o cenário que se constrói na Amazônia leva a uma discussão para o centro do debate: qual o futuro hídrico, climático e dos povos da região, onde estão em estudo cerca de 1.000 empreendimentos hidrelétricos de pequeno a grande porte, segundo dados da Superintendência de Concessões da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)? Na atualidade, povos ribeirinhos já vivenciam a falta de escuta nos processos de licenciamentos e os efeitos destas intervenções em suas vidas, resultantes das construções de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e de usinas de grande porte. Especialistas questionam o custo-benefício desta matriz em vários aspectos, que incluem além dos impactos socioambientais, a questão da eficiência energética e do desperdício no sistema. Um manifesto público foi assinado por mais de 40 organizações , redes e movimentos da sociedade civil nacionais e estrangeiras (Colômbia, Equador, Bolívia e Peru) resultante do debate realizado no Seminário Hidrelétricas na Amazônia: Conflitos Socioambientais e Caminhos Alternativos, realizado na Câmara dos Deputados, no dia 6 de dezembro. O documento traz uma série de questionamentos e reivindicações e é dirigido aos Ministérios de Meio Ambiente, e de Minas e Energia; à Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados, ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES. “Nossa realidade pouca gente olha. As autoridades não assumem responsabilidade por estes projetos, que destroem a vida dos povos e o meio ambiente”, destacou Antônia Melo, coordenadora do Movimento Xingu Vivo para Sempre. Os efeitos da construção da Usina de Belo Monte se transformaram em um documentário – Belo Monte: depois da inundação, lançado no dia... Leia mais »

Do Xingu ao Teles Pires: documentários retratam os impactos de grandes hidrelétricas nas vozes dos atingidos

Por: Sucena Shkrada Resk – 09/12/2016 O que Antônia, Raimunda, Gilliarde e Nelson têm em comum? São brasileiros que vivem, desde o começo, o processo de implantação da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, uma decisão do governo federal em seu plano energético. Elas enfrentam, junto com suas comunidades, até hoje, os efeitos socioambientais e econômicos que a instalação dessa mega obra está causando na região de Altamira, PA. É um histórico que tem repercussão internacional e capítulos de embates na justiça que continuam em curso, por meio de ações do Ministério Público Federal (MPF), suspensões de segurança a favor do empreendimento (com o argumento da obra ser de segurança nacional) e novas ações em favor das populações atingidas. As narrativas dessas mulheres e homens se mesclam com as de autoridades e especialistas e tratam de histórias de impactos ambientais em modos de vida, na saúde, nas condições de saneamento, segurança e geração de renda de ribeirinhos, indígenas e pescadores locais. Essa mistura de fatos e sentimentos é descrita durante uma hora, no vídeo-documentário Belo Monte: depois da inundação, lançado, semana passada, em Brasília, uma produção de Todd Southgate, do International Rivers e da Amazon Watch, com narração de Marcos Palmeira. A presença desses protagonistas “ao vivo” possibilitou a releitura de suas próprias falas, com uma carga emocional a mais que contagiou o público presente. “Lutamos por reparação. Hoje em Altamira, a população sofre com a falta de água (potável) para viver e a violência aumentou, com drogas, assassinatos e se desencadeou um processo de doenças nas mulheres. Quase duas mil famílias ribeirinhas foram ‘jogadas’ em qualquer... Leia mais »

Farsa de Belo Monte desmontada em 1h

Documentário mostra Altamira na atualidade, impactada pela represa, e as mentiras do governo e empreiteiras. Por: Giovanny Vera Brasília (DF) – Foi lançado nesta semana em Brasília o documentário Belo Monte: Depois da Inundação, que apresenta a situação atual da cidade de Altamira após a construção da hidrelétrica no rio Xingu, com testemunhos de atingidos pelas falsas promessas do governo federal e empreiteiras.   Um dos objetivos do filme é “mostrar a história da luta na região do Xingu e contribuir ao debate sobre este modelo, para ver se é o que a gente quer”, explicou Brent Millikan, da International Rivers, realizadora do documentário. De acordo com ele é importante mostrar o caso de Belo Monte para o mundo porque “não é um caso isolado, é um câncer que vem se espalhando”.   Todd Southgate, diretor do documentário, explicou que é um projeto “feito para não deixar Belo Monte cair no esquecimento, é uma ferramenta de resistência para todos os impactados pela obra e também para quem vai ser impactado por outro projeto semelhante”.   Na plateia estiveram vários dos atingidos pelos impactos da barragem, além de representantes de povos indígenas e ribeirinhos dos estados de Mato Grosso, Pará, Tocantins e Rondônia, que expressaram surpresa e tristeza ao ver a situação calamitosa em que se encontram os impactados pela usina em Altamira. “Eu nunca tinha visto assim, é uma destruição não só dos indígenas, mas dos riberinhos, dos pescadores, que hoje estão sofrendo nessa situação difícil. Eu vejo assim: se está acontecendo assim lá, como seremos nós ficando desse jeito?”, questiona Valdir Sabanê, liderança do povo Nambikwara da Terra... Leia mais »
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