Energia solar brilha para o povo Munduruku

É forte e poderoso o sol que brilha na Terra Indígena Sawré Muybu, na região do rio Tapajós, Pará. Poucas horas depois da alvorada, ele já ilumina do alto a floresta amazônica, permitindo que plantas cresçam, frutos se desenvolvam e que o povo Munduruku mantenha o seu dia a dia, em harmonia com a natureza…

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Lançamento do livro “Ocekadi: Hidrelétricas, Conflitos Socioambientais e Resistência na bacia do Tapajós”

O Programa de Antropologia e Arqueologia (PAA) da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) promove, no dia 28 de junho de 2016, o lançamento do livro “Ocekadi: hidrelétricas, conflitos socioambientais e resistência na Bacia do Tapajós”. O lançamento é aberto a toda sociedade.

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Caetité pede o fim da mineração de urânio no Dia Internacional do Meio Ambiente

No último domingo (05/06), dia internacional do meio ambiente, o Movimento Paulo Jackson e a Comissão Paroquial do Meio Ambiente realizaram panfletagem sobre os impactos da mineração e instalação da INB (Indústrias Nucleares do Brasil) na população dos municípios de Lagoa Real e Caetité.

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CERSA promove capacitação para uso de energia solar

O projeto Padaria Solar, promovido pelo Comitê de Energias Renováveis do Semiárido (CERSA) com apoio do Fundo Socioambiental Casa, tem o objetivo de demonstrar a inserção da tecnologia fotovoltaica em uma agroindústria comunitária.

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Coalizão Não Fracking Brasil participa de seminário sobre Mudanças Climáticas e Justiça Social

A partir desta quinta-feira, 02 de junho, até sábado, 04, acontece em Criciúma, em Santa Catarina, um Seminário Regional que debaterá vários temas relacionados às Mudanças Climáticas e Justiça Social. O fundador da Coalizão Não Fracking Brasil e pela Sustentabilidade e coordenador de Campanhas Climáticas das 350.org, Eng. Dr. Juliano Bueno de Araujo, participará do evento…

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A alvorada da energia solar

Já pensou sobre o que mudaria no seu dia-a-dia se você pudesse gerar sua própria energia, ter mais independência, mais escolhas e menos gastos? Agora imagine como seria nosso país se a energia solar fotovoltaica estivesse na casa de muitas e muitas pessoas. Que tipo de benefícios veríamos na nossa economia? E como essa fonte favoreceria o meio ambiente?

Conheça o estudo.

Seminário “Energia para Vida” e Oficina “Nossa Casa Solar” em Petrópolis

A Frente por uma Nova Política Energética para o Brasil convida quem tiver interesse a participar do Seminário sobre Política Energética “Energia para Vida” e da Oficina “Nossa Casa Solar”, atividades que serão realizadas na cidade de Petrópolis (RJ) nos próximos dias 2 e 3 de julho. O Seminário “Energia para Vida” tem o objetivo de problematizar a atual política energética brasileira, buscando abordar as principais implicações desta política para o Brasil e para a região em que se realiza, bem como apresentar caminhos diferentes para o setor energético, em especial o adequado aproveitamento do enorme potencial das energias renováveis de menor impacto. O seminário busca também regionalizar as ações da Campanha “Energia para a Vida”. Já a Oficina “Nossa Casa Solar” é parte da campanha de mesmo nome que a Frente vem desenvolvendo desde o ano passado com o objetivo de aumentar o conhecimento da população sobre a geração de energia elétrica a partir da energia solar fotovoltaica, contribuindo assim para a aceleração da diversificação da matriz elétrica brasileira. A oficina objetiva também promover uma compreensão popular das principais questões relacionadas ao Sistema de Compensação de Energia Elétrica a partir da mini e microgeração de energia, com foco na energia solar fotovoltaica, abordando aspectos como tecnologia, potencial, políticas de incentivo, regulamentação, investimento, financiamentos, empresas instaladoras e possibilidades de ação local. A oficina busca ainda regionalizar as ações da campanha “Energia para a Vida” e ajudar as organizações a elaborarem projetos de captação de recursos para a instalação de sistemas de mini e microgeração distribuída em suas sedes. Em Petrópolis as atividades serão realizadas das 9h às 18h do sábado (2)... Leia mais »

Lançamento do livro “Ocekadi: Hidrelétricas, Conflitos Socioambientais e Resistência na bacia do Tapajós”

O Programa de Antropologia e Arqueologia (PAA) da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) promove, no dia 28 de junho de 2016, o lançamento do livro “Ocekadi: hidrelétricas, conflitos socioambientais e resistência na Bacia do Tapajós”. Organizado por Daniela Alarcon, Brent Millikan e Mauricio Torres, o livro é uma coedição do PAA e da organização International Rivers Brasil, que atua desde 1985 na proteção dos rios e nos direitos das comunidades que dependem deles. A obra conta com textos de alguns professores da UFOPA, como Ricardo Scoles, Bruna Rocha e Maurício Torres. O lançamento é aberto a toda sociedade. Na ocasião, haverá debate com lideranças indígenas, ribeirinhas, representantes do Ministério Público e com autores do livro. Onde: Auditório Wilson Fonseca,  Av. Marechal Rondon s/n, Bairro Caranazal, Campus Rondon da UFOPA, Santarém – PA. Quando: Terça-feira, 28 de junho de 2016, a partir das 17 hs. Programação (sujeita a ajustes): Abertura Mauricio Torres, Professor, PPGRNA/UFOPA, co-organizador do livro. Brent Millikan, International Rivers, co-organizador do livro. Liderança Munduruku. Raimunda Monteiro (Reitora da UFOPA). Breves apresentações de autores Caracterização ambiental da bacia do Tapajós –  Ricardo Scoles (CFI/UFOPA) Contexto histórico e a nova onda de megaempreendimentos no Tapajós – Mauricio Torres (PPGRNA/UFOPA). Impactos e riscos socioambientais de hidrelétricas – Juan Doblas (ISA). Aspectos críticos do planejamento e financiamento de barragens – Brent Millikan (IR). Consulta Prévia, Direitos Territoriais e Atuação do Ministério Público Federal  –  Rodrigo Oliveira (MPF-PA). Patrimônio arqueológico ameaçado –  Bruna Rocha (PAA/UFOPA) e Raoni Valle (ICS/Ufopa). Movimentos de resistência: povos indígenas e ribeirinhos – Liderança Munduruku e Chico Catitu (Comunidade Montanha e Mangabal). – Debate aberto – Comentários:... Leia mais »

Energia solar brilha para o povo Munduruku

Enquanto o governo quer construir uma hidrelétrica que irá inundar a terra dos Munduruku, o Greenpeace levou até ela uma forma limpa e renovável de gerar energia elétrica. É forte e poderoso o sol que brilha na Terra Indígena Sawré Muybu, na região do rio Tapajós, Pará. Poucas horas depois da alvorada, ele já ilumina do alto a floresta amazônica, permitindo que plantas cresçam, frutos se desenvolvam e que o povo Munduruku mantenha o seu dia a dia, em harmonia com a natureza. Esse sol intenso agora também brilha na TI para gerar energia elétrica. Graças a uma parceria entre o Greenpeace e a Fundação Empowered By Light, duas aldeias Munduruku receberam placas fotovoltaicas. Os sistemas foram instalados por ativistas e voluntários do Greenpeace e estão conectados a baterias, garantindo que a energia produzida durante o dia seja aproveitada também à noite. O povo Munduruku luta bravamente contra os planos do governo de construir a usina hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, na região onde vivem. Se a usina sair do papel, 376 quilômetros quadrados de floresta serão alagados, em uma região de rica biodiversidade e importância para esses índios. Portanto, a instalação das placas possibilita uma maior autonomia aos Munduruku em relação à demanda por eletricidade e é um símbolo que mostra que é possível garantir a energia que o Brasil precisa sem depender de novas hidrelétricas. “Por que o governo quer destruir a casa dos nossos povos tradicionais e nossas florestas se temos sol, vento e tecnologia o suficiente para explorar as fontes renováveis verdadeiramente sustentáveis, como a solar e a eólica?”, diz Thiago Almeida, da Campanha... Leia mais »

CERSA promove capacitação para uso de energia solar em Agroindústria Comunitária

Empoderamento feminino, agroindústria e sustentabilidade. O que tudo isso tem a ver com energia solar? Tem tudo a ver. É o que mostra o projeto Padaria Solar, promovido pelo Comitê de Energias Renováveis do Semiárido (CERSA) com apoio do Fundo Socioambiental Casa. O objetivo é demonstrar a inserção da tecnologia fotovoltaica em uma agroindústria comunitária. A primeira beneficiária desta ação é a Associação Comunitária Várzea Comprida dos Oliveiras, localizada no município de Pombal-PB.  Junto ao Programa de Ação Social e Políticas Públicas (PASPP), a associação vem se empenhando na construção da sede da Fábrica de Bolos dos Oliveiras com previsão de término para este ano. Trata-se de um empreendimento para fabricação de bolos, bolachas e pães para a venda em escolas públicas da região através do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) do governo federal. O grande destaque fica por conta das mulheres que de forma organizada demonstram suas potencialidades na fabricação de massas. A panificadora beneficia 21 microempreendedoras e torna-se fonte de emprego e renda para a comunidade que conta com 100 famílias. Segundo o técnico agrícola do PASPP, Aíres Humberto, a Prefeitura de Pombal foi a responsável por conseguir os equipamentos, mas não havia lugar para coloca-los. “Então, nos mobilizamos para angariar recursos para construção da sede. E conseguimos por meio de um edital de uma instituição criada pelo Papa João Paulo II, a Fundação Populorum Progression”, disse. De acordo com a presidente da Associação Comunitária Várzea Comprida dos Oliveiras, Solange Matos, a articulação com o CERSA acelerou a concretização dos planos para a instalação de energia solar fotovoltaica no local. “Há muito tempo nós pensávamos em... Leia mais »
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