Organizações assinam manifesto sobre cenário desafiador da Amazônia coberta por hidrelétricas

Um manifesto público foi assinado por mais de 40 organizações , redes e movimentos da sociedade civil nacionais e estrangeiras (Colômbia, Equador, Bolívia e Peru) resultante do debate realizado no Seminário Hidrelétricas na Amazônia: Conflitos Socioambientais e Caminhos Alternativos, realizado na Câmara dos Deputados, no dia 6 de dezembro.

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Farsa de Belo Monte desmontada em 1h

Foi lançado nesta semana em Brasília o documentário “Belo Monte: Depois da Inundação”, que apresenta a situação atual da cidade de Altamira após a construção da hidrelétrica no rio Xingu, com testemunhos de atingidos pelas falsas promessas do governo federal e empreiteiras.

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Seminário Mudanças Climáticas e Justiça Social

Realizado no marco dos sete anos do Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social (FMCJS), o Seminário Nacional, de mesmo nome e realizado entre os dias 25 a 28 de outubro na cidade de Brasília, apontou novos rumos, renovou e fortaleceu a atuação da organização…

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Carta aos/às candidatos das eleições municipais

A Frente por uma Nova Política Energética para o Brasil realizou na cidade de Brasília no última dia 1º de setembro um seminário nacional em que discutiu a necessidade de elaboração de programas e políticas municipais de incentivo à utilização das energias renováveis de forma distribuída. Ao final aprovou uma carta direcionada a todos/as os/as candidatos/as das eleições deste ano.

Leia e envie ao seu candidato/a.

24 de agosto de 2050: uma viagem ao Brasil do futuro

Como será a vida de um brasileiro daqui a 34 anos caso o país transforme sua forma de produzir e consumir energia? Ou seja, caso faça a [R]evolução Energética proposta pelo Greenpeace Brasil?

Leia e conheça o estudo.

A alvorada da energia solar

Já pensou sobre o que mudaria no seu dia-a-dia se você pudesse gerar sua própria energia, ter mais independência, mais escolhas e menos gastos? Agora imagine como seria nosso país se a energia solar fotovoltaica estivesse na casa de muitas e muitas pessoas. Que tipo de benefícios veríamos na nossa economia? E como essa fonte favoreceria o meio ambiente?

Conheça o estudo.

Organizações assinam manifesto sobre cenário desafiador da Amazônia coberta por hidrelétricas

Por: Sucena Shkrada Resk – 08/12/2016. Nas próximas décadas, o cenário que se constrói na Amazônia leva a uma discussão para o centro do debate: qual o futuro hídrico, climático e dos povos da região, onde estão em estudo cerca de 1.000 empreendimentos hidrelétricos de pequeno a grande porte, segundo dados da Superintendência de Concessões da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)? Na atualidade, povos ribeirinhos já vivenciam a falta de escuta nos processos de licenciamentos e os efeitos destas intervenções em suas vidas, resultantes das construções de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e de usinas de grande porte. Especialistas questionam o custo-benefício desta matriz em vários aspectos, que incluem além dos impactos socioambientais, a questão da eficiência energética e do desperdício no sistema. Um manifesto público foi assinado por mais de 40 organizações , redes e movimentos da sociedade civil nacionais e estrangeiras (Colômbia, Equador, Bolívia e Peru) resultante do debate realizado no Seminário Hidrelétricas na Amazônia: Conflitos Socioambientais e Caminhos Alternativos, realizado na Câmara dos Deputados, no dia 6 de dezembro. O documento traz uma série de questionamentos e reivindicações e é dirigido aos Ministérios de Meio Ambiente, e de Minas e Energia; à Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados, ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES. “Nossa realidade pouca gente olha. As autoridades não assumem responsabilidade por estes projetos, que destroem a vida dos povos e o meio ambiente”, destacou Antônia Melo, coordenadora do Movimento Xingu Vivo para Sempre. Os efeitos da construção da Usina de Belo Monte se transformaram em um documentário – Belo Monte: depois da inundação, lançado no dia... Leia mais »

Debate sobre hidrelétricas na Amazônia mobiliza ONGs, MPF, legislativo e poder público no Congresso Nacional

Por: Sucena Shkrada Resk (ICV). Hoje (5), também haverá o lançamento de documentário sobre Belo Monte após a inundação e de livro a respeito da Construção da hidrelétrica de São Luiz de Tapajós, no IESB. A decisão política, econômica e socioambiental do governo brasileiro de investir na predominância da matriz energética hidráulica nos próximos anos, em especial, na Amazônia, se tornou um tema de discussão nacional pela complexidade dos projetos implementados e em curso quanto à relação de seu custo-benefício e impactos atuais e nas próximas décadas. O tema chega ao Congresso Nacional, com a realização do Seminário Hidrelétricas na Amazônia: Conflitos Socioambientais e Caminhos Alternativos, no dia 6 de dezembro, das 9h às 18h, no Plenário 8 – Anexo 2, da Câmara dos Deputados, em Brasília. O evento é uma organização da Aliança dos Rios da Amazônia, do Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social, da Frente por uma Nova Política Energética e do GT Infraestrutura em parceria com a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados (veja programação abaixo). O debate será divido em três grandes eixos: Aspectos críticos do planejamento e licenciamento de hidrelétricas na Amazônia; Responsabilidade socioambiental de agentes financeiros e Hidrelétricas na Amazônia a caminhos alternativos para a política energética nacional. Para isso, foram convidados representantes de diferentes segmentos, desde os Ministérios de Meio Ambiente e de Minas e Energia ao Ministério Público Federal (MPF), Academia e terceiro setor. Durante o evento, também participarão representantes de populações mais vulneráveis aos empreendimentos hidrelétricos: assentados, indígenas, ribeirinhos e atingidos por barragens. Lançamentos e debates no dia 5: documentário e livro. Para subsidiar este debate,... Leia mais »

Farsa de Belo Monte desmontada em 1h

Documentário mostra Altamira na atualidade, impactada pela represa, e as mentiras do governo e empreiteiras. Por: Giovanny Vera Brasília (DF) – Foi lançado nesta semana em Brasília o documentário Belo Monte: Depois da Inundação, que apresenta a situação atual da cidade de Altamira após a construção da hidrelétrica no rio Xingu, com testemunhos de atingidos pelas falsas promessas do governo federal e empreiteiras.   Um dos objetivos do filme é “mostrar a história da luta na região do Xingu e contribuir ao debate sobre este modelo, para ver se é o que a gente quer”, explicou Brent Millikan, da International Rivers, realizadora do documentário. De acordo com ele é importante mostrar o caso de Belo Monte para o mundo porque “não é um caso isolado, é um câncer que vem se espalhando”.   Todd Southgate, diretor do documentário, explicou que é um projeto “feito para não deixar Belo Monte cair no esquecimento, é uma ferramenta de resistência para todos os impactados pela obra e também para quem vai ser impactado por outro projeto semelhante”.   Na plateia estiveram vários dos atingidos pelos impactos da barragem, além de representantes de povos indígenas e ribeirinhos dos estados de Mato Grosso, Pará, Tocantins e Rondônia, que expressaram surpresa e tristeza ao ver a situação calamitosa em que se encontram os impactados pela usina em Altamira. “Eu nunca tinha visto assim, é uma destruição não só dos indígenas, mas dos riberinhos, dos pescadores, que hoje estão sofrendo nessa situação difícil. Eu vejo assim: se está acontecendo assim lá, como seremos nós ficando desse jeito?”, questiona Valdir Sabanê, liderança do povo Nambikwara da Terra... Leia mais »

III Festival Juruena Vivo: cultura e resistência no coração do Brasil

Entre os dias 27 e 30 de outubro, os 30.000 habitantes da cidade de Juara (MT) recebem indígenas e movimentos sociais da Bacia do Juruena em luta pela preservação de seus territórios e modos de vida. Por Paulo Motoryn Fotos: João Miranda Começou nesta quinta-feira (27), o III Festival Juruena Vivo na cidade de Juara (MT). O evento celebra a diversidade cultural e ambiental do Rio Juruena, que cada vez mais tem sua bacia impactada por interesses no potencial hidrelétrico da região. A sub-bacia do Juruena abrange 190.931 km2 e é composta por dezenas de rios. Só o Rio Juruena é responsável por 70% das águas que formam o Tapajós no estado do Mato Grosso. Dez diferentes povos indígenas lutam para preservar seu modo de vida na Bacia, como os Manoki, Nambikwara, Rikbatsa, Myky e Rikbatsa, que têm representantes no Festival. O evento tem objetivo de debater a atuação da população indígena e a participação popular nas tomadas de decisão sobre o futuro dos rios Juruena, Tapajós e Teles Pires. Os convidados vêm de diversas regiões da Amazônia Legal. Estão presentes, por exemplo, moradores de Altamira, cidade impactada pela construção do complexo hidrelétrico de Belo Monte. A ideia é que possam compartilhar experiências de resistência aos megaprojetos. Além dos paineis temáticos e debates, o III Festival Juruena Vivo trará uma série de manifestações e apresentações culturais. A programação (confira ao final) conta com apresentação de bandas e grupos da região e do Centro-Oeste. O violeiro Victor Batista mora em Pirenópolis (GO) e é uma das atrações do evento. Seu trabalho mais recente está no disco “Manchete do Tico-Tico”, em... Leia mais »
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