Roda de Conversa debate os impactos da indústria do petróleo

Debater os impactos da indústria do petróleo nos territórios e as perspectivas dentro deste cenário: este é o objetivo da roda de conversa que o Ibase irá realizar no dia 26/09, terça-feira, das 14h às 19h…

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De olho nas pegadas ambientais do urânio na Bahia

O município de Caetité (Bahia), sede da única mina de urânio em atividade na América Latina, recebeu um grupo de estudantes da UFBA com uma missão especial. Eles foram ver as pegadas ambientais da exploração do minério e saber como é a convivência da sociedade local com as Indústrias Nucleares do Brasil (INB)…

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Expedição do CERSA avalia impactos de parques eólicos no Vale do Sabugi (PB)

O Comitê de Energia Renovável do Semiárido (CERSA) promoveu no dia 22 de Julho, uma expedição na região paraibana do Vale do Sabugi. A ideia foi dialogar com as comunidades sobre as modificações causadas pela instalação de parques eólicos na localidade.

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Qual valor dos povos indígenas no planejamento energético brasileiro?

Como o componente indígena entra na agenda socioambiental de planejamento da matriz elétrica brasileira, em especial, com relação a grandes empreendimentos hidrelétricos? Esse foi um dos pontos destacados durante o diálogo entre representantes de organizações não governamentais, que integram o Grupo de Trabalho de Infraestrutura, com equipe técnica da Empresa de Pesquisas Energéticas (EPE), no dia 17 de julho.

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Roda de Conversa debate os impactos da indústria do petróleo

Debater os impactos da indústria do petróleo nos territórios e as perspectivas dentro deste cenário: este é o objetivo da roda de conversa que o Ibase irá realizar no dia 26/09, terça-feira, das 14h às 19h. Pesquisadores e representantes de movimentos sociais estarão presentes neste encontro que se faz necessário principalmente devido ao momento em que ele se realiza. Após dois anos sem novas rodadas de licitação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – ANP, para exploração de petróleo e gás, a Agência resolveu oferecer 287 blocos que serão leiloados no dia 27 de setembro. As novas áreas estão localizadas em nove bacias sedimentares brasileiras, terrestres e marítimas, incluindo blocos localizados na camada do pré-sal. A ANP estima que centenas de áreas sejam oferecidas novamente para o mercado entre 2017 e 2019, período que a Agência já definiu um calendário para novos leilões. Com isso, o cenário que se apresenta para os próximos anos é de expansão da exploração de combustíveis fósseis, da manutenção da dependência econômica deste recurso para alguns estados e municípios, da ampliação dos riscos em áreas protegidas e de conflitos nos territórios, principalmente com pescadores, caiçaras, quilombolas, indígenas e demais comunidades tradicionais. Dentro desse contexto e para falar sobre ele, convidamos como provocadores da roda de conversa o Fórum dos Atingidos pela Indústria do Petróleo e Petroquímica nas cercanias da Baía de Guanabara (FAPP), Fórum de Comunidades Tradicionais Angra, Paraty e Ubatuba e a campanha “Nem um poço de petróleo a mais”. Das 14h às 16h, eles irão provocar o debate sobre como estão os territórios e as resistências neste momento. Em um segundo... Leia mais »

Expedição do CERSA avalia impactos de parques eólicos no Vale do Sabugi (PB)

Por Enio Marx – Assessor de Comunicação do CERSA. O Comitê de Energia Renovável do Semiárido (CERSA) promoveu no dia 22 de Julho, uma expedição na região paraibana do Vale do Sabugi. A ideia foi dialogar com as comunidades sobre as modificações causadas pela instalação de parques eólicos na localidade. A comitiva foi formada pelos coordenadores do CERSA e membros da diretoria da Frente por uma Nova Política Energética para o Brasil (FNPE), César Nóbrega e Walmeram Trindade, o técnico-agrícola do Programa de Ação Social e Políticas Públicas Aires Humberto, o Gerente da Casa da Economia Solidária de Pombal José de Anchieta, os professores da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG – Campus Pombal), Gustavo Sales e Ricélia Marinho, e as agentes da Comissão Pastoral da Terra(CPT/Borborema), Vanúbia Martins e Valdenice Silva, e o jovem Arthur Marinho. A expedição foi dividida em dois momentos,  o primeiro foi conhecer o sítio das eólicas situados nas comunidades Lagoa I (São José do Sabugi), Lagoa II (Santa Luzia) e Canoas (Junco do Seridó). Já no segundo momento, os representantes do CERSA conversaram com os moradores da região sobre a chegada das centrais eólicas. Para tanto foi preciso a articulação da estudante Camila Medeiros junto às comunidades. Na primeira etapa, os ambientalistas puderam observar que turbinas estão sendo montadas degradando o meio ambiente. Em vários locais pode-se notar o desmatamento da caatinga. Outro ponto observado foi a abertura de novas estradas e o alargamentos das antigas desviando a rota tradicional. Na segunda fase da expedição, os representantes do CERSA dialogaram com os representantes das Associações Comunitárias das comunidades de Riacho Fundo, Redinha e Redinha de Baixo pertencentes... Leia mais »

Sociedade civil encaminha contribuições para Plano Decenal de Expansão de Energia 2026

Por Sucena Shkrada Resk – ICV. Redes da sociedade civil organizada encaminharam um documento conjunto, no qual colocam suas contribuições para a versão preliminar do Plano Decenal de Expansão de Energia 2026 (PDE 2026), submetida à consulta pública pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e pelo Ministério de Minas e Energia (MME), cujo prazo terminou no dia 27 de agosto. O principal objetivo é incorporar efetivamente a dimensão socioambiental no planejamento do setor energético brasileiro. A iniciativa é do Grupo de Trabalho de Infraestrutura (GT-Infraestrutura), do Observatório do Clima (OC), da Frente por uma Nova Política Energética para o Brasil (FNPE) – em parceria com o Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social (FMCJS) e da Aliança dos Rios da Panamazônia. Estas redes são compostas por organizações não-governamentais e movimentos sociais. As propostas são divididas em cinco eixos: – Transparência e participação pública: incorporação da dimensão socioambiental; dos direitos humanos; – Processos de tomada de decisão e incorporação de critérios de restrição na formação dos portfólios; – Identificação de cenários de demanda; – Alternativas para a geração de energia elétrica: energia solar e eólica; termelétrica à biomassa; a não construção de mais nenhuma hidrelétrica na Amazônia; térmicas com combustível fóssil com restrições; quanto à energia nuclear, retirar Angra 3 e quaisquer planos de novas usinas nucleares do planejamento energético; – Questionamento sobre a expansão petroleira no plano. Os ambientalistas e especialistas na área energética, que integram o grupo de autores, expõem a relevância do PDE ser objeto de diálogos mais aprofundados com as redes da sociedade civil sobre temas específicos abordados e de forma articulada com o Plano Nacional de Energia (PNE), o componente de energia da NDC brasileira,... Leia mais »

De olho nas pegadas ambientais do urânio na Bahia

O município de Caetité (Bahia), sede da única mina de urânio em atividade na América Latina, recebeu um grupo de estudantes da UFBA com uma missão especial. Eles foram ver as pegadas ambientais da exploração do minério e saber como é a convivência da sociedade local com as Indústrias Nucleares do Brasil (INB), dona do complexo minero-industrial produtor do concentrado de urânio, matéria prima da fonte-combustível dos dois reatores nucleares de Angra dos Reis (RJ). Quando decidiram ir ao encontro do mundo técnico e científico do campo nuclear sabiam que carregariam malas e mochilas cheias de interrogações sobre o resultado daquela experiência. Tinham muitas dúvidas. Em especial, se compreenderiam a realidade da mineração nuclear e seus impactos sobre a saúde pública, sobre o meio ambiente e como poderiam relacionar esta problemática com a formação acadêmica de Engenheiros/as Sanitaristas. Viajaram com a Profa. Dra. Patrícia Borja, no âmbito do projeto da disciplina Problemas de Saúde Pública, da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Rotas de informação Quase 640 km separam Caetité de Salvador. A longa viagem foi antecedida por uma atividade na Escola Politécnica no dia 08 de julho, quando tratamos do Programa Nuclear Brasileiro e seus negativos impactos no Alto Sertão baiano, onde começa o ciclo de produção da energia nuclear gerada nas usinas Angra 1 e 2 (RJ). Mostrando imagens e documentos de órgãos de fiscalização ambiental e de regulação da atividade nuclear no Brasil, mostramos os prejuízos socioambientais provocados pelas atividades de mineração e beneficiamento de urânio no semiárido baiano. Tratamos também das pesquisas que vêm sendo feitas nas áreas de saúde (Fiocruz) e meio... Leia mais »
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